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Real Douro Vólei conquista Eurobol e afirma ambição nacional

Equipa transmontana estreia-se no torneio internacional em Gondomar com triunfo nos Cadetes A e ganha confiança para a luta pela permanência na 1.ª divisão

O Eurobol regressou em grande a Gondomar, acolhendo, entre os dias 1 e 4 de abril, a 12.ª edição de um dos mais prestigiados torneios internacionais de voleibol de formação. Ao longo de quatro dias de intensa competição, o evento reuniu cerca de 1700 atletas e 130 equipas, entre formações nacionais e internacionais, confirmando o seu estatuto no panorama europeu da modalidade.

Entre os protagonistas esteve o Real Douro Vólei, que marcou presença pela primeira vez na prova e deixou uma marca histórica ao conquistar o título no escalão de Cadetes A. A equipa transmontana, orientada por Daniel Rua, demonstrou desde o primeiro dia uma postura competitiva e determinada, assumindo claramente a ambição de chegar ao topo.

Com exibições consistentes ao longo do torneio, o Real Douro Vólei foi superando a concorrência até alcançar o lugar mais alto do pódio, numa estreia que dificilmente poderia ter sido mais bem-sucedida.

Este triunfo representa não só um marco importante para o clube, como também um impulso significativo para os desafios que se seguem. A conquista no Eurobol reforça a confiança do grupo para a etapa decisiva da temporada, onde o principal objetivo passa por assegurar a permanência na 1.ª divisão nacional.

II Liga: Chaves derrotado pelo FC Porto B em jogo marcado por erros defensivos

Bis de Vonic e eficácia portista castigam falhas dos flavienses na 28.ª jornada da II Liga

O Desportivo de Chaves saiu derrotado por 3-0 na visita ao FC Porto B, num encontro decidido pela eficácia da equipa da casa e por erros defensivos dos flavienses.

Apesar de uma entrada mais assertiva e algumas aproximações à baliza adversária, foi o conjunto portista a inaugurar o marcador aos 16 minutos, por Vonic, após falha de Vozinha. O avançado alemão voltou a marcar aos 36, beneficiando de novo erro defensivo.

Na segunda parte, o Chaves tentou reagir, mas encontrou um inspirado Gonçalo Ribeiro.

Já perto do fim, Mateus Mide fechou as contas com um grande golo individual.

Com este resultado, o FC Porto B sobe ao sexto lugar, com 41 pontos, enquanto o Chaves permanece no 11.º posto, com 36.

Jogo disputado no Estádio Luís Filipe Menezes, em Vila Nova de Gaia.

FC Porto B – Chaves, 3-0.

Árbitro: Bruno Vieira (AF Beja).

FC Porto B: Gonçalo Ribeiro, Luís Gomes, Felipe Silva, Gabriel Brás, Kaio Henrique, Domingos Andrade, João Teixeira (Bernardo Lima, 73), Tiago Silva (Mide, 73), Gonçalo Sousa (Duarte Cunha, 66), Vonic (Melnichenka, 78), Tiago Andrade (António Ribeiro, 77).

(Suplentes: Diogo Fernandes, António Ribeiro, Guilherme Carvalho, Mide, Bernardo Lima, Duarte Cunha, Eduardo Ferreira, Melnichenka).

Treinador: João Brandão.

Chaves: Vozinha, Bruno Rodrigues, Tiago Simões, Aarón Romero (Carraça, 60), Tiago Almeida (Esajas, 46), Pedro Pinho, Ktatau (Fede Bikoro, 69), Reinaldo (Kusso, 60), Jorge Delgado, Roberto, André Rodrigues (Wellington, 69).

(Suplentes: Marko Gudzulic, Carraça, Muscat, Mamadou Tounkara, Kiko Pereira, Kusso, Fede Bikoro, Wellington, Esajas).

Treinador: Vítor Martins.

Ao intervalo: 2-0.

Marcadores: 1-0, Vonic, 16 minutos. 2-0, Vonic, 37. 3-0, Mide, 88.

Ação discipilinar: cartão amarelo para Tiago Andrade (26), Luís Gomes (37), Bruno Rodrigues (72).

Foto: GD Chaves

Joaquim Teixeira anunciou o fim da carreira de piloto

Um dos nomes mais marcantes do Campeonato de Portugal de Montanha nas últimas décadas, Joaquim Teixeira anunciou o fim da sua carreira como piloto.

O piloto transmontano escolheu simbolicamente a Rampa Porca de Murça 2026 para marcar o momento de “arrumar definitivamente as luvas e o capacete”, encerrando assim um percurso competitivo que se estendeu por cerca de três décadas.

Figura de referência da modalidade, Joaquim Teixeira iniciou a sua carreira no desporto automóvel em 1996, nas provas de perícia, dando depois o salto para as competições nacionais de velocidade e, mais tarde, para a montanha, disciplina onde viria a alcançar grande parte dos seus maiores sucessos. Ao longo desse percurso construiu um palmarés sólido, que inclui o vice-campeonato nacional de Velocidade em 2001 e o 3.º lugar na categoria Open do mesmo campeonato em 2002, antes de se afirmar definitivamente nas rampas.

No Campeonato de Portugal de Montanha, o piloto transmontano conquistou vários títulos ao longo dos anos. Sagrou-se Campeão da Categoria 1 em 2011, voltou a subir ao topo com o título da Categoria 5 em 2014 e repetiu a façanha em 2017, ano particularmente marcante em que conquistou também o título absoluto de Turismos. Entre os resultados mais relevantes destacam-se ainda os títulos de Campeão da Categoria 4 em 2016, Campeão da Categoria 3 em 2018 e Campeão de Turismos 4 em 2020. Já nas épocas mais recentes, continuou a demonstrar competitividade ao vencer a categoria Turismos 2 em 2021 e 2022, consolidando um percurso que o coloca entre os pilotos mais bem-sucedidos da história recente da modalidade.

Para além da carreira em pista, Joaquim Teixeira tem desempenhado um papel relevante na promoção da disciplina. Atualmente presidente da APPAM – Associação Portuguesa de Pilotos de Automóveis de Montanha, continuará ligado ao campeonato, contribuindo para o desenvolvimento e a crescente visibilidade mediática da competição.

O legado desportivo da família Teixeira continuará também nas pistas. O filho Daniel Teixeira assume agora o papel de piloto e dará continuidade ao nome da família na modalidade, enquanto Sónia Teixeira continuará a desempenhar um papel importante na estrutura da JT59 Racing Team, ajudando a manter ativa a equipa que acompanhou o piloto ao longo dos anos.

Na mensagem de despedida, Joaquim Teixeira explicou que encara esta decisão com serenidade e satisfação pelo caminho percorrido:Todos passamos etapas até chegar ao momento em que sentimos que já não temos a mesma capacidade de reflexos ou a mesma adrenalina. Para mim não é um momento de tristeza, mas sim de felicidade, porque posso passar o legado.”

O antigo piloto deixou ainda um agradecimento especial a todos os que o acompanharam ao longo da carreira, com destaque para os mecânicos Jorge Mourão e Filipe Borges, figuras fundamentais no percurso competitivo da equipa.

Com o anúncio da sua retirada, encerra-se um ciclo importante no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, marcado pela dedicação, competitividade e pelo contributo decisivo de Joaquim Teixeira para a afirmação e crescimento da modalidade em Portugal.

GCVR conquista duas medalhas nos Campeonatos Nacionais em Coimbra

Os atletas do GCVR estiveram em bom plano nas diferentes vertentes da competição, conquistando duas medalhas no escalão de Juniores, e catorze presenças em finais

O Ginásio Clube Vila Real (GCVR) esteve representado por sete atletas – Ana Margarida Guedes, Carolina Eira, Leonor Silva, Maria Braz, Maria Poeta, Tiago Fernandes e Miguel Carvalho- no Campeonato Nacional de Juniores, Sub21 e Absolutos – OPEN de Portugal, que tiveram lugar no Complexo Olímpico de Coimbra entre 28 e 31 de março.

Maria Braz foi o principal destaque da parte do GCVR ao sagrar-se Vice-Campeã Nacional Júnior na prova de 50 metros Bruços, onde somou ainda o 7º lugar na Final A da prova. A nadadora do GCVR foi 6ª classificada na Final B dos 50 Livres, 2ª na Final C dos 200 Bruços e 4ª na Final C dos 100 Bruços. Por outro lado, Leonor Silva foi 3ª classificada Júnior na prova de 50 Mariposa ao qual juntou o 2º lugar na Final C da prova. A nadadora do GCVR foi ainda 8ª na Final C dos 100 Mariposa, 14ª nos 50 Livres e 16ª nos 100 Livres.

A nível, houve ainda a destacar: Ana Margarida Guedes (em Absolutos) foi 6ª na Final A dos 100 Costas, 7ª na Final A dos 50 Livres, 8ª na Final A dos 50 Costas, 9ª na Final A dos 100 Mariposa e 3ª nas eliminatórias dos 50 Mariposa; Carolina Eira, em Absolutos, foi 2ª na Final B dos 100 Costas e 10ª na Final B dos 50 Costas; Tiago Fernandes, em Juniores, foi 10º na Final C dos 50 Livres e 12º nas provas de 50 Bruços e 50 Mariposa; Miguel Carvalho, em Juniores, foi 12º nos 100 Bruços e 14º nos 50 Bruços; Maria Poeta, em Absolutos, foi 24ª nos 200 Costas. De registar ainda o 5º lugar do GCVR na estafeta feminina de 4×100 Estilos.

Os nadadores do GCVR tiveram assim mais uma prestação positiva numa competição nacional, somando mais duas medalhas nacionais que demonstram todo o seu nível competitivo e que em muito orgulham o clube e a cidade.

Por Luís Pinto

Lobos do Brunheiro presentes na final do Campeonato Nacional de Ultra Trail

Pedro Alves voltou a representar o clube flaviense numa das provas mais exigentes do calendário nacional

Os Lobos do Brunheiro de Chaves / Anteros marcaram presença, no passado sábado, na final do Campeonato Nacional de Ultra Trail, disputada na Figueira da Foz.

O grande destaque vai para Pedro Alves, que voltou a representar o emblema flaviense numa final nacional, enfrentando os exigentes 47 quilómetros da prova. O percurso, caracterizado pela sua dureza e beleza natural, combinou trilhos de montanha com deslumbrantes vistas sobre o mar, tornando o desafio ainda mais marcante.

Pedro Alves continua assim a afirmar-se como um dos principais representantes dos Lobos do Brunheiro em competições de elevado nível, levando mais longe o nome do clube. A sua dedicação, capacidade de superação e consistência competitiva fazem dele um exemplo dentro da equipa, inspirando os restantes colegas a seguir o mesmo caminho de compromisso e ambição.

Linces do Marão em bom plano no Nacional de Ultra

Gabriel Vilela e Rosa Barros em destaque na Figueira da Foz num fim de semana de grande exigência competitiva

Os Linces do Marão estiveram em evidência no Figueira Ultra Trail, prova realizada na Figueira da Foz e integrada no Campeonato Nacional de Ultra, com a formação vila-realense a somar um conjunto de prestações consistentes ao longo de um fim de semana particularmente exigente.

Na distância de 47 quilómetros, Gabriel Vilela foi o principal destaque da equipa, ao alcançar o nono lugar da geral masculina e o terceiro posto no escalão sénior, confirmando o bom momento de forma.

Também em plano positivo esteve Rosa Barros, que terminou na 29.ª posição da geral feminina, garantindo ainda o segundo lugar no escalão F55 e respetiva subida ao pódio.

Na mesma prova, Fábio Carvalho concluiu na 48.ª posição da geral masculina (15.º sénior), enquanto Luís Pereira foi 76.º classificado e sexto no escalão M45. Já Carlos Borges terminou no 87.º lugar, sendo 10.º em M45, Miguel Barros foi 94.º e quarto em M55, e Nuno Duarte encerrou a participação da equipa na 120.ª posição da geral masculina, ocupando o 17.º lugar em M45.

Ricardo Leão, elemento da direção dos Linces do Marão, destacou o desempenho coletivo, sublinhando que, “apesar de nem todos os atletas terem alcançado lugar de pódio, as prestações foram de grande nível, marcadas pela garra, consistência e espírito de equipa que os caracteriza”.

O dirigente reforçou ainda que “cada quilómetro percorrido foi prova do empenho e da dedicação de todos”, acrescentando que, “num desafio tão exigente como o Campeonato Nacional de Ultra, cada meta cruzada é uma vitória”.

ADCE Diogo Cão Sub-12 conquista São Vicente Cup 2026 na Madeira

Formação vila-realense triunfa na final frente ao CD Nacional A por 4-2 e confirma excelente momento no futebol jovem

A equipa de sub-12 da ADCE Diogo Cão alcançou um feito de grande destaque ao vencer o São Vicente Cup 2026, competição realizada na Ilha da Madeira entre os dias 1 e 4 de abril.

A formação vila-realense esteve em excelente plano ao longo de todo o torneio, culminando a sua prestação com uma vitória convincente na final frente ao CD Nacional A, por 4-2, num encontro bem disputado e de elevado nível competitivo.

Organizado pela Associação Cultural e Desportiva de São Vicente, o torneio voltou a afirmar-se como uma das principais montras do futebol de formação, tendo registado números recorde de participação nesta edição.

Com este triunfo, a ADCE Diogo Cão reforça o reconhecimento do trabalho desenvolvido na formação, levando o nome de Vila Real ao mais alto nível e demonstrando a qualidade e o talento emergente do futebol jovem da região.

Taça AFVR: Mondinense eliminou Montalegre e fez a festa

A chave da vitória esteve no capítulo defensivo. Mondinense defendeu melhor e mereceu a passagem às “meias”.

Montalegre entrou melhor, mais mandão, a tentar controlar a partida e a marcar cedo. No entanto, Nuno Arada, treinador do Mondinense, tinha a lição bem estudada e conseguiu criar dificuldades ao conjunto barrosão.

Defendeu bem a equipa da casa, grandes dificuldades para o Montalegre que, no primeiro tempo, privilegiou atacar pela direita. E foi a partir daí que Tiago Correia criou perigo aos 18´. Um pouco contra a corrente do jogo, Gabriel inaugurou o marcador para os de Mondim, depois de erro da defesa barrosã.

O Montalegre reage bem à adversidade e Karamoko cabeceia com perigo aos 28 minutos.
Mas o golo, merecido, viria a chegar através de Igor Sevivas, num remate forte e colocado aos 40´da primeira etapa.

Reage bem ao golo o Mondinense e, após livre, Mesquita e Hugo, fazem perigar a baliza de Dani. Ao intervalo 1-1.

Na segunda parte, volta a entrar melhor o conjunto forasteiro, mas com as mesmas dificuldades na frente. Em bola lançada no ataque, César chega primeiro que Igor e evita o golo do Montalegre.

Tiago, do Mondinense, um dos melhores em campo, aos 65´testou a atenção de Dani com disparo de fora. Aos 72´o Mondinense fica a pedir grande penalidade e no minuto seguinte, faz o 2-1, através de disparo de João a aproveitar um mau alívio dos “Bravos do Barroso”.

Montalegre mete mais gente na frente para levar o jogo para prolongamento: Igor, Alisson, Djaló, Djelimory ,Sandro Viegas e outros, ficando atrás apenas Paiva e Lamine Ba.

No fim, até o guarda-redes Dani foi tentar a sorte em lances de bola parada. Porém a muralha defensiva do Mondinense não tremeu. Hugo até cria perigo num remate ao lado, aos 77´. De longe, Djaló, aos 90+2´, está perto de surpreender o guardião César, ligeiramente adiantado, que ainda conseguiu corrigir a sua posição, atirar para canto e evitar mais meia-hora de bola.

O Mondinense conseguiu a passagem às meias-finais, vingando a eliminação aos pés do Montalegre, também nos quartos de final, na época passada. Foram muitos os adeptos que vibraram com o resultado final.

A equipa de arbitragem realizou trabalho positivo e não influenciou o resultado final.

O treinador do Mondinense, Nuno Arada, era um homem feliz: “Posso dizer que o Mondinense foi justo vencedor, acho que toda a nossa organização e rigor esteve cá, tivemos muita alma, mas os meus jogadores têm sido inexcedíveis. Se as pessoas lá fora acreditavam, nós tínhamos de acreditar ainda mais. Conseguimos anular o Montalegre. Ganhou a equipa mais rigorosa.”

O técnico do Montalegre, José Manuel Viage, referiu que a vitória ficou bem entregue: “Não há nada a dizer, só nos resta dar os Parabéns ao Mondim, ganhou o jogo, ganhou bem, quis muito passar esta eliminatória. A responsabilidade é toda minha, abordamos este jogo a meio-gás. Eles tiveram muita mais vontade. Uma grande arbitragem, nada a apontar, estão de parabéns. O Montalegre perdeu por culpa própria e também mérito do Mondim, competiu como se deve competir.”

Estadio Municipal de Mondim de Basto.

Modinense – Montalegre: 2-1.

Arbitro: Sergio Sousa.

Mondinense: César, Hugo, Tuca ©, Mesquita (Ivan 66), Brízida, João, Gabriel (Miguel Pinto 90), Tiago (Gustavo 86), Carlos, Andorra e Couto.

Treinador: Nuno Arada.

Montalegre: Dani, Lamine, Alisson ©, Alejandro (Sadidi 58), Diallo (Djaló 79), Paiva, Diogo Carvalho (Sandro Viegas 79), Messi, Tiago Correia, Karamoko (Djelimory 58) e Igor Sevivas.

Treinador: José Manuel Viage.

Ao intervalo: 1-1.

Golos: Gabriel (23), Igor (40) e João (73).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Gabriel (23), Hugo (37), João (39), Carlos (57), Lamine (70) e Miguel Pinto (90+4).

Por Nuno Carvalho

SC Vila Real empata com líder Rebordosa num jogo de emoções fortes

Alvinegros lutaram até ao fim, mas igualdade mantém cenário difícil na luta pela manutenção

O SC Vila Real empatou a duas bolas frente ao líder Rebordosa, este sábado, no Estádio do Monte da Forca, num encontro marcado pelo equilíbrio e emoção até ao apito final.

A equipa da casa entrou bem e assumiu as despesas do jogo, mas foi o conjunto visitante a inaugurar o marcador, com Dinis Djadjó a aproveitar uma falha defensiva aos 8 minutos. A reação vilarealense surgiu ainda na primeira parte, com Gustavo a empatar de cabeça aos 36 minutos.

Na segunda metade, o jogo manteve-se equilibrado, mas mais intenso. O Rebordosa voltou a adiantar-se novamente por Djadjó, antes de João Sousa restabelecer a igualdade aos 69 minutos. Mesmo reduzido a dez jogadores após expulsão de Liça, o SC Vila Real não desistiu e ainda chegou ao golo da reviravolta, entretanto anulado por fora de jogo, lance que motivou fortes protestos e a expulsão do treinador Aníbal Teixeira.

Até ao final, André Azevedo esteve perto de consumar a reviravolta, mas o resultado não se alterou. Com este empate, o Rebordosa garante o primeiro lugar da Série B, enquanto o SC Vila Real continua em posição complicada na luta pela manutenção.

Estadio do Monte da Forca – Vila Real.

Vila Real – Rebordosa: 2-2.

Arbitro: João Matos (Viana do Castelo)

Vila Real: José Monteiro, Liça, Gonçalo Cardoso, Vivaldo (Miguelito, 61), Armando, Lote, Gustavo (Mini, 80), João Sousa (Mika, 80), André Azevedo, Chiquinho e Lourenço (Telinhos, 61).

Treinador: Anibal Teixeira.

Rebordosa: Pedro Soares, Edgar, Rui Filipe, Dinis Djadjó, Aboubakar (Diogo Botelho (88), Chico Sousa (Edu, 72), Pipo (Totas, 11), Rashid, Miguel Silva, Chico Leal (Igor, 72) e Tiago Silva.

Treinador: Vitor Gamito.

Ao intervalo: 1-1.

Golos: 0-1 Dinis Djadjó (8), 1-1 Gustavo (36), 1-2 Dinis Djadjó, 2-2 João Sousa (69)

Ação disciplinar: cartão amarelo para Edgar (42), Liça (43 e 83), André Azevedo (56), Gustavo (60), Chico Sousa (71). Cartão vermelho Liça (83).

AFVR: Sabroso opera reviravolta e vence Cerva em jogo em atraso

Equipa de Marco Jesus reagiu à desvantagem e somou mais três pontos na Divisão de Honra da AFVR

O Sabroso venceu o Cerva por 2-1, num jogo em atraso da 5.ª jornada do Campeonato da Divisão de Honra da AF Vila Real, protagonizando uma reviravolta após ter começado em desvantagem.

A equipa visitante entrou melhor na partida e colocou-se na frente do marcador através de Adebayo. No entanto, a resposta da formação orientada por Marco Jesus não tardou, com Diego a restabelecer a igualdade ainda na primeira parte.

Na etapa complementar, o Sabroso conseguiu consumar a cambalhota no resultado, com Nuno Carvalho a apontar o golo que garantiu os três pontos à equipa aguiarense.

Com este triunfo, o Sabroso mantém a 15.ª posição, agora com 15 pontos. Já o Cerva permanece no 12.º lugar, com 23 pontos somados.

CLASSIFICAÇÃO ATUALIZADA

1º Montalegre | 25 jogos | 64 pontos

2º Régua | 25 jogos | 60 pontos

3º Vila Pouca | 25 jogos | 54 pontos

4º Mondinense | 26 jogos | 53 pontos

5º Vidago | 25 jogos | 49 pontos

6º Vilar Perdizes | 25 jogos | 48 pontos

7º Pedras Salgadas | 25 jogos | 42 pontos

8ª Valpaços | 26 jogos | 40 pontos

9º Santa Marta | 26 jogos | 39 pontos

10º Mesão Frio | 25 jogos | 38 pontos

11º Atei | 26 jogos | 34 pontos

12º Cerva | 26 jogos | 23 pontos

13º Constantim | 26 jogos | 22 pontos

14º Cumieira | 25 jogos | 16 pontos

15º Sabroso | 26 jogos | 15 pontos

16º Abambres | 26 jogos | 10 pontos

17º Fontelas | 25 jogos | 8 pontos

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