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Festa do Futebol Feminino em Vila Pouca de Aguiar

Evento realiza-se a 26 de abril

Tem lugar no próximo dia 26 de abril, no Complexo Desportivo de Vila pouca de Aguiar a fase regional da Festa do Futebol Feminino 2023.

O evento, que vai para a 6ª edição, visa promover a modalidade no género feminino, mais concretamente nos escalões de SUB-15 (nascidas em 2008 e 2009) e SUB-13 (nascidas em 2010 e 2011).

As inscrições decorrem até 30 de março e podem participar equipas de Clubes filiados na AFVR, equipas de Desporto Escolar e equipas constituídas por um conjunto de jogadoras. As equipas vencedoras irão representar a região de Vila Real na Fase Nacional, no Estádio Nacional do Jamor, no dia 28 de maio.

Consulte aqui o Regulamento do torneio.

FPF lança 5.ª edição do prémio ‘Futebol Para Todos’

Prémio dirigido a instituições sem fins lucrativos vai distribuir 50.000 euros. Candidaturas abertas até 15 de março.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) lançou a 5.ª edição do Prémio Futebol para Todos. Este prémio é promovido anualmente pela FPF com o apoio do programa UEFA “HatTrick FSR”, e no cumprimento da sua política de responsabilidade social.

As inscrições vão estar abertas até dia 6 de março e qualquer instituição sem fins lucrativos se pode candidatar ao apresentar um projeto inserido nas premissas do combate à discriminação e a promoção da inclusão social através do futebol.

O montante atribuído assume a forma de donativo e terá o valor máximo de 50.000,00 euros, sendo este valor parcelado por dois ou mais projetos.

Os projetos candidatos deverão ter como premissa que cada individuo é único, bem como a rejeição de todas as formas de discriminação com base na raça, idade, género, religião, orientação sexual, cultura e nacionalidade.

Consulte aqui o regulamento.

Corridas no Circuito Internacional de Vila Real de 14 a 16 de julho

Rui Santos anunciou as datas, ontem na Assembleia Municipal

O Circuito Internacional de Vila Real está de regresso nos dias 14, 15 e 16 de julho, anunciou, durante a Assembleia Municipal de ontem, o presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Rui Santos.

O autarca, após ter sido questionado pelo deputado do PSD, Pedro Seixas, relativamente à ausência de um anúncio sobre este evento, confirmou o regresso das corridas à cidade vila-realense.

Rui Santos afirmou, ainda, que Vila Real voltará a sentir a adrenalina a que está habituada “com um grande cartaz”, cujos pormenores poderão ser revelados nos próximos dias pelo executivo municipal, pela Associação Promotora do Circuito Internacional de Vila Real e pelo Clube Automóvel de Vila Real.

Natação: Infantis do CNPR com excelente prestação no Campeonato Regional de Inverno em Estarreja

Decorreu nos dias 25 e 26 de fevereiro o Campeonato Regional de Inverno de Infantis da ANCNP, prova onde participaram 146 atletas em representação de 17 clubes.

O Clube de Natação do Peso da Régua (CNPR) fez-se representar por 5 atletas, e estiveram em grande destaque, com resultados de enorme dimensão e significado que espelham bem o excelente trabalho de formação realizado.

João Rocha continua a somar recordes pessoais, e nesta competição somou mais três mínimos para os nacionais, nos 200m Costas (2:35.23); 200m livres (2:20.54) e 400 livres (4:59.65), atleta que por consequência tem passagem assegurada para o Campeonato Zonal de Infantis, onde se vai juntar a mais 3 jovens atletas que conquistaram categoricamente o seu lugar nesta prova; Leonor Mansilha com mínimos nos 200 Estilos (3:04.59) e 100m Livres ; Vitória Pinto que junta já dois anteriores recordes aos 200m estilos (3:06.83) alcançado nesta prova e Martim Cardoso que já com presença assegurada no Zonal de Infantis, juntou mais dois mínimos nos 200m bruços (3:24.72) e 200m costas (3:03.20). Catarina Pina conseguiu também uma excelente prestação, com dois recordes pessoais somados e o objetivo Zonal cada vez mais perto.

As baterias estão já apontadas para os Regionais da ARNN que se vão disputar nos dias 11 e 12 de março nas Piscinas Municipais do Peso da Régua.

Reforma dourada

 A mudança de Cristiano Ronaldo para o Al Nassr da Arábia Saudita abalou o mundo do futebol no início do ano. O português, que há muito tempo parecia querer abandonar o Manchester United, viu a sua vontade ser respeitada e a rescisão do contrato deu-se por mútuo acordo. Se CR7 queria sair fruto de um regresso a Old Tralford que não correu como previsto não é a menos verdade que Erik ten Hag nunca pareceu contar muito com o internacional luso. Evidente é que Cristiano Ronaldo não está já no topo das suas capacidade (nem poderia estar, quando acabou de completar recentemente 38 anos) e também por isso não recebeu qualquer oferta de um clube europeu que lute por todos os troféus. Essa vontade de entrar num clube que luta pela liga dos Campeões não foi possível de concretizar e dificilmente será no futuro, uma vez fruto do seu elevado salário, ego, capacidades atuais (mesmo fisicamente já caiu bastante em relação ao que era hábito) e proximidade do fim de carreira, nenhum clube de top quererá arriscar o sua contratação.

 Neste sentido, uma reforma dourada é aquilo que de melhor pode aspirar nesta fase e não se pode dizer que seja um mau plano.

  O Al Nassr bateu na mesa 200 milhões por cada ano um valor quase irrisório mas perfeitamente possível por aqueles lados. O conjunto árabe ocupa o 1º lugar no campeonato árabe e, depois de um início titubeante, Cristiano Ronaldo já ”molhou a sopa” em cinco ocasiões.

 No plantel conta com a companhia de Adersson Talisca, antigo jogador do Benfica e que é o melhor marcador da Liga Saudita, e o ex-Vitória SC Konan, mas o objetivo neste vínculo é, evidentemente, financeiro.

 Por outro lado, resta saber como este novo percurso irá afetar a sua estadia na Seleção Nacional. Roberto Martinez chegou para liderar e tem um elevado leque de opções à sua escolha para o ataque. Em condições normais, ao emigrar para o Médio Oriente, deixaria de contar. Acontece que não estamos a falar de um jogador qualquer. Pelo seu passado dentro das quatro linhas, pelo seu estatuto, pela figura e impacto que tem a nível internacional para a Federação Portuguesa de Futebol (com os inerentes dividendos financeiros), mesmo que possa existir algum conflito de interesses pelo facto da Arábia Saudita ser também candidata a organizar o Mundial 2030, e por ser o capitão de equipa, o mais natural será ser convocado “até querer”. Não deveria ser assim, mas não surpreenderá.

Por Orlando Fernandes

Liga 3: Montalegre merecia mais

Barrosões não foram inferiores, no entanto mostraram ineficácia.

Entrou melhor no jogo a equipa transmontana.  Aos 8´, depois de bom cruzamento na direita, Mané dispara ao lado. Três minutos volvidos, é Didi a ameaçar com remate traiçoeiro. Aos 20 minutos de jogo, o Montalegre somava três remates e o Paredes nenhum. Todavia, a partir do meio da primeira parte o conjunto da A.F.Porto equilibra a contenda e Andrezinho obriga Jeimes a defesa atenta.

O Paredes abre o marcador num cabeceamento letal de Erik Silva, dando seguimento a um excelente cruzamento. O corredor esquerdo do Paredes funcionava bem e punha em apuros os barrosões. Antes do intervalo, aos 45+2´, o campeão do CP aumentava a vantagem, depois de um canto cobrado na esquerda e autogolo barrosão. Tudo corria mal ao Montalegre, pois em cinco minutos sofria dois golos.

Ao intervalo o 2-0 não espelhava nada daquilo que se tinha passado. Era de facto um resultado pesado, injusto e demasiado penalizador para a equipa transmontana, que, diga-se, rematou apenas menos uma vez que o adversário.

A perder por dois golos de diferença, Viage arriscou com as entradas de Pio, Diogo Teixeira, Bruninho, Zack e Baba. No últimos 25 minutos, o Montalegre jogou com apenas um defesa central, Marcelo Machado. Depois de grande jogada individual, Bruninho ultrapassa dois e assiste Bruno Guimarães, que está perto de marcar, pois a bola sai a centímetros do poste esquerdo. Didi encurtava margens com o golo da tarde, num remate forte e colocado que deixava pregado no relvado o guardião Daniel Carvalho. Responde Silas para a equipa da casa, agora mais curta em campo e com linhas mais juntas.

O Montalegre empurrava o seu adversário para trás e André Dias cria muito perigo em cima dos 90´. O árbitro deu cinco minutos de compensação, mas o Montalegre não conseguiu empatar. Diga-se que o Montalegre precisava dos três pontos para regressar ao oitavo posto da classificação. Erik Silva, do Paredes, foi o melhor em campo. A equipa de arbitragem cometeu alguns erros, em especial na etapa complementar. Os barrosões ficaram a pedir uma grande penalidade.

Eurico Couto, técnico do Paredes, fala numa vitória justa: “A entrada do Montalegre foi melhor até aos 10,15 minutos, o Montalegre foi mais perigoso. A partir daqui fomos mais fortes, fizemos dois golos e fomos tranquilos para o intervalo. Na segunda parte, tivemos três situações para fazer o 3-0. Depois o Montalegre começa a acreditar ao fazer o 2-1; não havia necessidade acabar com tanta pressão do nosso lado”.

O treinador do Montalegre, José Manuel Viage, considera o resultado muito penalizador: “Este resultado é injusto, injusto, injusto. Montalegre devia ter ganho este jogo, foi melhor equipa, foi a única que jogou, que quis jogar, num relvado extremamente difícil, isto parecia um campo de batatas. Não há nada a apontar aos jogadores.


Estádio Municipal das Laranjeiras
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Paredes – Montalegre, 2-1

Árbitro: Rui Lima.
Árbitros assistentes: Bruno Rocha e Ricardo Lima.
Quarto árbitro: André Carvalho.

PAREDES: Daniel Carvalho, Nuno Moreira, Marcos Júnior (Silas, 28’, Ismael Pinto, 81’), Cláudio Madureira, ( Leandro Cardoso, 71’), Breino Teixeira, Andrezinho, Edu Machado, Erik Santana (Baba Zakari, 81’), Vitor Rocha (Emanuel Brito, 59’), João Serrão, Tavares.
Suplentes não utilizados: José Couto, Amadeu Mendes, Pedro Correia, Francisco Afonso.
Treinador: Eurico Couto.

MONTALEGRE: Jeimes, Manu, Rohum (Zack, 59’), Marcelo, Rodrigo, Ruben Neves ( Diogo Teixeira, 70’), Didi, Bruno Guimarães (Guilherme Pio, 70’), André Dias, Mané (Bruninho, 59’), Massaia (Baba, 70’).
Suplentes não utilizados: Didi, Nuno, Kiko, Rui Bruno.
Treinador: José Manuel Viage.

Ao intervalo: 2-0.

Golos: 1-0 (Erik Santana, 43’), 2-0 ( Didi, 45’+1’ pb), 2-1 (Didi, 71’).

Disciplina: cartão amarelo para Vitor Rocha (41’), Ruben Neves (68’) e Andrezinho (77’).

Por Nuno Carvalho

Foto: CDC Montalegre

AFVR (Divisão de Honra): João Nuno chega aos 25 golos e segue na liderança isolada dos melhores marcadores

Avançado do SC Régua soma 25 golos em 22 jornadas

Com um ‘hat-trick’ apontado na vitória folgada do SC Régua em Atei, João Nuno passou a contabilizar 25 golos no campeonato e segue na liderança isolada da lista dos melhores marcadores.

André Azevedo, que ficou em branco na vitória tangencial do SC Vila Real na receção ao FC Santa Marta, segue no segundo lugar, com 20 remates certeiros.

Os melhores marcadores da Divisão de Honra

1.º João Nuno (SC Régua), 25 golos

2.º André Azevedo (SC Vila Real), 20 golos

3.º Cauê (FC Santa Marta), 18 golos

4.º Rooney (Mondinense FC), 14 golos

5.º Jonas (GD Cerva), 13 golos

6.º Ivan Portilha(Mondinense FC), 12 golos

7.º Mica (FC Santa Marta), Domingos Botelho (Abambres SC), Dani Mota (Murça SC), Gabriel (GD Cerva), 10 golos.

Nota: O Desportivo Transmontano vai atribuir no final do campeonato, o Troféu ao melhor marcador da Divisão de Honra da AF Vila Real.

GCVR planta 500 árvores na iniciativa “Vamos Plantar um Futuro Verde”

O Ginásio Clube Vila Real (GCVR) realizou a iniciativa “Vamos Plantar um Futuro Verde”, no dia 26 de fevereiro, ao promover a plantação de 500 carvalhos em São Bento, na União de Freguesias de São Tomé do Castelo e Justes, uma zona verde que foi muito afetada pelos incêndios.

O GCVR abraçou novamente uma causa ambiental, onde pretende devolver a riqueza florestal a uma zona fortemente atingida, promovendo assim a conservação da biodiversidade, a restauração do equilíbrio ambiental e, desta forma, apoiar igualmente as comunidades locais. num distrito com amplas zonais florestais afetadas pelos incêndios, espera-se que este seja um primeiro passo no sentido de devolver a vitalidade ao nosso território. Nesta atividade o GCVR contou com o apoio da Câmara Municipal de Vila Real e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Esta atividade juntou 30 voluntários do GCVR e ainda 12 ciclistas que, perante a iniciativa, decidiram prontamente juntar-se aos trabalhos, formando assim uma importante moldura humana que realizou um trabalho que seguramente trará frutos num futuro próximo e a quem o clube agradece a dedicação e empenho.

Luís Pinto

AFVR: Academia Johnson Januario sagra-se campeão distrital de juniores A e B em Futsal

As equipas de Juniores A e B da Academia Johnson Januario sagraram-se, campeões distritais de futsal masculino da Associação de Futebol de Vila Real (AFVR).

Na passada sexta-feira, a equipa de juniores A, orientada por Marco Eiriz, conquistou o titulo distrital ao vencer na receção ao Centro Desportivo e Cultural de Montalegre por 8-3.

JUNIORES A

Já a formação de juniores B, orientada por João Santos, conquistou o almejado titulo, após vencer o GD Vilar De Perdizes por 4-3, em jogo realizado, este domingo, no Pavilhão Multiusos de Montalegre.

JUNIORES B

O Desportivo Transmontano felicita todo o staff da Academia Johnson Januario pelo feito alcançado.

Fotos: Município Valpaços

Desporto: Promotores de ódio

A prática desportiva tem vindo a ser influenciada por mudanças e transformações sociais verificadas nas últimas décadas, bem como por referências modeladas pelos meios de comunicação social e pelas redes sociais.

Em resultado dessas influências, assiste-se hoje a uma generalização do conceito de competição-conflito, que é um processo social em que se acentuam as diferenças objetivas entre os clubes e se minimizam os traços comuns entre eles existentes. Entre os adeptos e os agentes desportivos, tende‑se cada vez mais a salientar as más práticas dos adversários, minimizando as qualidades técnicas e desportivas que são comuns a todos eles. Criam-se desse modo rivalidades mesquinhas que são exteriores à prática e à competição desportiva.

As entidades organizadoras e reguladoras das competições profissionais nacionais não conseguem descolar-se dos clubes “eucaliptos”. Os outros clubes também não. Não será tão cedo que teremos uma competição profissional que prestigie a modalidade e o desporto.

Os profissionais de futebol, pagos a peso de ouro, deviam ser um exemplo e não transformarem muitos jogos em arte circense. Cada profissional no seu lugar, porque os do circo não competem com os futebolistas! Estes deviam fazer o mesmo e respeitar a modalidade, o desporto e o público.

O pior é que o futebol não profissional, sénior e formação, tende a copiar o que de pior a competição máxima tem. Escudam-se atrás do “somos um clube pequeno, mas honrado”, como se os outros fossem clubes de bandidos. É a vitimização bacoca copiada dos clubes grandes. Grandes em tudo, desde número de adeptos e títulos até buscas judiciais, passivos financeiros, casos de violência e martirológios.

Os adeptos anónimos são, também eles, fatores de destabilização e promotores de ódio, só porque não querem perceber que o desporto é mais do que só ganhar. Dá‑lhes jeito o discurso do ódio por motivos financeiros ou sociais. Daí a paineleiros é um saltinho!

Outros que se dizem desportistas e têm carteira de treinador, jornalista, árbitro, dirigente, agente ou outra não são respeitadores e por isso não merecem crédito. São falsos moralistas e envergonham, porque eles não têm vergonha, qualquer cidadão bem formado. As televisões, os jornais e as redes sociais estão cheias destes paladinos da verdade e da razão – o clube deles é sempre inocente!

Seres humanos normalmente civilizados, educados e serenos transformam-se em verdadeiros hooligans através da palavra! Urge banir a violência verbal promotora de ódios. Urge educar o sonho desportivo dos nossos jovens, mostrando que nem sempre somos os melhores, mas podemos sempre dar o melhor de nós mesmos.

Vítor Santos (Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto

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